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As Couraças

Os véus da Consciência, a Armadura
Qdo nossa centelha pousa na terra, é delicada, desnuda de tudo desse novo ciclo, mas traz consigo uma bagagem de jornadas passadas, uma guiança interna, que fala e capta através do sutil. É uma forma de nos fazer olhar “para dentro”, o “Deus” dentro de nós.
Na medida em que a centelha vai experienciando, crescendo, fatos vão surgindo e a cada circunstância que dói, ela se “cobre” com um veuzinho, e a cada nova dor, mais uma camada se soma a essa, até que forma uma “couraça” que aprisiona, uma forma de “proteção”, o dia a dia geralmente nos levar a nos “moldar” a crenças e situações. Deixamos nossa essência largada dentro da couraça, sob vários véus. Mas é isso que nos impulsiona, na medida em que nos “comprimimos” dentro da couraça fluxos de energia deixam de fluir, justo isso nos faz querer “romper” e finalmente deixar a alma viver despojadamente, brilhante. Retomar a essência, é encontrar a simplicidade do ser, que é leve.

Se ressoou em você, te convido para vir em 3 encontros abertos, via zoom, às segundas feiras, 16:30 hs, em março: dias 2, 9 e 16. 

Temas:
1. Nossa criança
2. DNA da alma
3. Espiritualidade livre

*Esses encontros são do Trina